9 de agosto de 2015

O Garoto da Lua - Cap. II

Capitulo II

“Tudo parece tão simples visto daqui” – pensou Jack.

A terra se mostrava grandiosa e azul com suas pequenas partes brancas, verdes e iluminadas. Quando de sua janela via a lua achava ela triste e solitária, agora olhando a terra a vê formosa, mas incompreendida. A beleza é sempre analisada por cima, o que tira dela sua real função, acalentar os corações feridos. É impossível se deparar com a natural beleza das coisas da vida e não bater o coração mais forte, sendo no mínimo envolvido por uma onda de esperança, esperança de que o amanhã nos trará coisas melhores.

O garoto senta ao lado de Jack, também mirando o mesmo horizonte.
- Será que tem alguém lá também olhando para a gente?
- É provável. Lá, à noite, a lua é nossa musa na escuridão.
- Musa? Nossa, lá deve ser solitário.
- Não, na verdade tem muita gente. Mas o silencio da lua em alguns momentos é a única coisa que nos compreende.

Por mais que haja tantos modos de comunicação nenhum deles ainda conseguiu substituir ou reproduzir o prazer e o carinho de um verdadeiro abraço. As pessoas precisam sim se comunicar, mas isso não cresce nosso lado humano, apenas comunicativo. O maior prazer em ser humano é sentir e transmitir sua humanidade. E nada mais humano do que um abraço apertado, daqueles que segura por um momento o seu fardo, que no fim do dia diz que está tudo bem, que apenas te abraça por saudade.
A verdade é que não são as restrições que nos tornam santos, mas sim nossa pura humanidade. Quanto mais o homem se deixa humanizar, mais revelamos a presença de Deus em nós. Infelizmente o homem não entende isso, pois não entende até hoje o seu proposito aqui.

Olhando para a Terra, Jack acaba se lembrando daqueles que estão lá. Seus pais, amigos e colegas. O que eles estão fazendo agora, o que eles estarão pensando. Mil pensamentos restritos a uma pessoa só.
Jack não era um garoto tão espontâneo. Os sonhadores são restritos aos seus pensamentos, o que afasta as pessoas, não porque ele quer, mas porque é preciso ter a mente aberta para se ver além dos que os olhos alcançam.
Seu pai tinha o dom de quebrar essa conexão com o “mundo da lua”. Meio de surpresa, meio naturalmente. Com um abraço de urso, ou uma brincadeira, seu pai o trazia de volta a realidade e lhe mostrava que existe beleza também nas pequenas coisas da vida. Nada era tão simples como seu pai, um homem que não tinha muito, mas fazia muito com seu pouco. Um simples carpinteiro, que dava forma a uma madeira bruta, que transformava o inútil no indispensável para uma família ter seu jantar.

- Acho que meu pai saberia o que fazer nessa hora – pensa alto, Jack.
- Quem é seu pai?
- Meu pai... é meu pai!
- Hum...
- Acho que deveríamos ir para casa. Estou cansado.
- Bem, você já está nela, escolha sua cama – Fala ironicamente, a pequena criança, demonstrando o horizonte vazio.
- Como você dorme aqui? – Retruca, Jack.
- É bem simples, você começa deitando e aí fecha os olhos. – Demonstra a pequena criança.
- Ok, então é isso. – Conforma-se, Jack.


            Jack espera que esse leve momento de descanso o leve para um lugar melhor, sendo real ou não.

20 de junho de 2015

Dom de Ouvir - Pt. 2

Era domingo à noite, não tinha muito o que fazer, resolvi ir ver velhos amigos que já a algumas semanas que não os via. Infelizmente nesse dia, meu parceiro fiel de caminhada não estava presente, meu fone de ouvido, mas um pra lista dos quebrados, pelo menos esse durou dignamente. Costumo sempre sair com ele no bolso, é minha fuga do barulho e caos da cidade, onde posso viver meu pequeno mundo embelezado pelas letras de uma banda qualquer.

Enfim, com o mesmo trajeto, chegando no mesmo ponto de ônibus de sempre, avistei uma senhora que já deveria ter seus 60 e tantos anos, carregando uma pequena sacola, e que ao me avistar saiu, não sei pra onde, talvez por medo, afinal os dias estão maus e até um cara normal como eu pode parecer suspeito para uma senhora chegando no início da terceira idade.

De início, me pareceu estranho, mas ao observar a situação, tem sua dose normal em sua atitude, era noite e estava sozinha. Depois de um tempo esperando o ônibus, que vale dizer, demora muito no domingo, a senhora voltou, sentou no banco, visivelmente um pouco cansada, talvez abatida pelo dia, querendo apenas chegar em casa e descansar. 


E então do nada ela começa a falar, de modo tranquilo, como se contasse uma história, a sua história. No momento me fez relembrar das velhas rodas ao redor da mesa ouvindo as histórias do meu avô. E foi ela contando seu dia, sobre a ausência do filho, que hoje ela mal sabe quem é e onde está. E lá foi ela contando seu dia, e eu com um entusiasmo de quando você está assistindo um filme e espera o grande desfecho final, mas estava ali quieto olhando para ela apenas ouvindo-a pacientemente.

No meio da historia o ônibus chegou, de automático fui pega-lo, mas ao sentar no banco me arrependi, queria ter ouvido até o final, queria saber a história dela, de alguém que nunca vi, e talvez nunca vou ver, mas que naquele momento era a pessoa mais interessante do mundo (rs). Fica a lição, ouça até o final, sendo bom ou não, são histórias de "Dias de luta, dias de gloria".

16 de fevereiro de 2015

O Garoto da Lua - Capitulo I

Capitulo I

- Hey, acorde!
- Oi... Onde estou? - Perguntou o garoto assustado e confuso.
- Estamos na Lua, olha lá em baixo a Terra.
Respondeu o menino com cabelos loiros, bagunçados, caindo sobre os olhos, vestindo um pijama de listras azuis.
- Não é possível! Como vim parar aqui?
- Não sei amigo, só sei que estamos aqui.
- Qual o seu nome?
- Não sei, acho que não tenho. Você tem?
- Tenho, meu nome é Jack. Como você chegou aqui?
- Não sei, que eu me lembre eu sempre estive aqui.

            Milhares de perguntas assombram o pensamento de Jack e o único que poderia responde-las parece tão perdido quanto ele. Como foi parar lá? Porque estaria lá? São perguntas que no momento são impossíveis de se responder.
            Sentado sobre pedras, o confuso garoto apenas chora sem saber o que fazer, enquanto olha para Terra imensa e azul que parece estar sentindo sua falta também.

- Porque choras tanto? – pergunta o garoto de pijama
- Porque não choraria? – retruca Jack – Estou longe de casa, sem ninguém que eu conheça, sem saber como voltar, estou perdido!
- Mas você não está perdido, você está na lua. – responde inocentemente o pequeno garoto.

            Sem ter paciência para argumentar com o garoto, Jack apenas abaixa sua cabeça e pensa no que fazer, perdido em seus pensamentos se interioriza e por um momento viaja em seus próprios pensamentos. “Seria isso um sonho?” se pergunta, mas não se lembra de sonhar num sonho. Nos sonhos não existe tempo para sonhar, tudo é o que é, somos apenas protagonistas das cenas que nosso cérebro cria. Somos reféns dos roteiros dos curta-metragem que nossos sonhos nos propõe, onde representamos e vivemos nós mesmos em cenas de amor, ódio, aventura e terror, mas no fim sempre representamos quem no fundo queremos ser ou realmente somos.

            Num reflexo seu olhar se levanta e se depara com o garoto a encarar seus pensamentos, tomado pelo susto Jack cai da pedra em que estava sentado.

- kkkkkk... – Ri o pequeno garoto de modo inocente pela situação inesperada do seu novo conhecido.
- Droga, você me assustou!
- Desculpa, é que você parecia estar sonhando acordado.
- É, estava apenas pensando um pouco...
- Hum... Também gosto de ficar pensando as vezes. As vezes penso ser um cavaleiro que luta contra os monstros lunares. – Fala de modo sonhador o menino, simulando segurar uma espada lutando contra seus monstros invisíveis.
- Cuidado para não ficar louco (rs). Você sabe que monstros não existem, né?
- Quem disse que não existem?
- Ora... Eu nunca vi um...
- Eu também nunca tinha te visto, mas nem por isso você tinha deixado de existir.

            “Será que monstros existem?” Pensou consigo mesmo. “Não, não pode ser”. Mas na verdade monstros realmente existem, mas diferentes daqueles que nossa imaginação cria. Existem os monstros que são pessoas quem machucam as outras. Existem nossos monstros que lutam contra nossa vontade de ser alguém maior e melhor. Podemos passar a vida toda sem ver um, mas eles sempre nos atormentam em alguma parte da nossa vida.

- Nossa, você já está ‘viajando’ de novo... – Observa o menino.
- Sou meio sonhador mesmo, ando meio desligado.
- Consegue sonhar e andar? O sol está chegando temos que andar antes que ele chegue.
- Ok, é só mostrar o caminho.

Enquanto caminhava Jack e chutava algumas pedras ele pensava em tudo que tinha passado até ali e lembrava do caminho que fazia quando o sol nascia, quando pegava o caminho de sua casa até a escola. Era um caminho quase automático que ele poderia fazer até de olhos vendados, onde ele chutava as pequenas pedras pelo caminho que seus pés já treinados o levavam e libertavam sua mente para seus sonhos. É, Jack era um garoto sonhador, daqueles que sonhavam andando o que lhe rendia vários tombos, ralados e hematomas pelo corpo, além de ser zoado pelos seus colegas, mas isso não o incomodava, não quando estava preso aos seus pensamentos. Pensamentos esses que o libertavam de toda pressão que sua mãe lhe imputava, da falta de amor e compreensão que seus amigos proporcionavam e da falta de esperança que as pessoas não se cansavam de propagar.
Os sonhos são nossa rápida fuga de um mundo em colapso. Sua mãe não o entendia, ou não o tentava entender. Para ele era simples, apenas viva e deixe viver. Mas isso, apesar de ser um direito universal, nunca lhe foi dado, a incessante vontade de moldar os pensamentos alheios é um defeito passados por gerações em gerações. Defeito este que proporciona desde pequenos conflitos domésticos a guerras mundiais.
Jack era apenas um garoto com seus pouco mais de 13 anos, mas já sentia o peso que o mundo o aguardava. Suas tarefas escolares eram apenas a ponta do iceberg que o futuro lhe tinha reservado. Quando se é o primogênito as dificuldades se apresentam sempre mais cedo. Sempre se sentindo controlado e manipulado, o garoto buscava por meio da independência a saída para os seus males. Até lá teria que conviver com a censura de seus sonhos e desejos.
Ser sonhador numa terra de desesperançados é quase uma ofensa, todos te acham ou inocente ou prepotente. O colorido da vida parece ser coisa de cinema, porque a realidade é em preto e branco. Mas Jack não era assim, ele coloria seu mundo, coloria suas dificuldades e sonhos, porque no fundo sabia que tudo tem um jeito e ele não desistira até conseguir.
Quando então levantou seus olhos ao horizonte, percebeu que não havia uma trilha a percorrer, movido por suas dúvidas perguntou:

- Você sabe para onde estamos indo?
- Sim, eu sei... -  Respondeu tranquilamente o garoto.
- Como sabe se nem há um caminho?
- Nosso caminho é moldado por aquilo que queremos. Agora queremos evitar o sol, então é só seguir em frente que iremos chegar no lugar certo.


Seguir em frente, esse é sempre o grande segredo. Os garotos então chegaram ao seu lugar e viam bem longe o sol iluminar o lugar que posteriormente estavam. Agora a única preocupação de Jack voltava a ser em como ir pra casa.

11 de janeiro de 2015

Pastor

Esse texto não é sobre alguém, tipo de doutrina, ou tipo de igreja, mas sobre como eu imagino a pessoa com esse título representa, ou deveria representar.

"Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou" João 13:16

A começar por esse versículo já são explicitas características que a pessoa que desempenha tal função deve ter. Nunca ser a atenção, mas sempre lembrar que és o segundo e Cristo sempre o primeiro. A melhor pregação é aquela em que o locutor fica em segundo plano e a mensagem fica em primeiro. No momento em que o pastor começa a ser a atenção da pregação, a mensagem deixa de ser espiritual e torna-se apenas mais uma palestra religiosa. É difícil lidar com ego, com o orgulho, mas o que nos Enviou é sempre maior que o enviado.

"E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo;" Mateus 20.27

O pastor é sempre a segunda maior liderança da igreja - a primeira é a bíblia. Sendo assim ser servo é mais uma característica. Porém, a sociedade, principalmente brasileira, sempre viu o inverso, o líder sempre deve ser servido, segundo a concepção humana de liderança. Particularmente eu evito bajulações e procuro trata-los como qualquer outro irmão. É muito comum ver pessoas nesse cargo serem bajuladas, tietadas, mas e posto de servo vindo do pastor, acontece? Muito difícil em alguns casos. Quem é acostumado a ser servido dificilmente aprender a servir de um dia pro outro, mas é a humildade é o outro ponto chave desse cargo.

"Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo." Filipenses 2.3

Não amigo, um terno não te torna melhor do que ninguém. Acho que assim como eu, vários outros já devem ter observado isto, e reavaliaram o posto por não querer parecer maior do que alguém. É mais um "fardo" que o pastor leva, não se deixar levar pela vaidade e sempre ser conjunto com sua congregação, não alguém que desponte de modo vaidoso, mas que quando esta fora do púlpito seja um amigo que se possa chamar para uma lanchonete e conversar.


Já disse C. S. Lewis: "se você está à procura de uma religião que o deixe confortável, definitivamente eu não lhe aconselharia o cristianismo". E se quiser uma posição confortável na igreja, definitivamente eu não aconselharia o pastorado. É uma montanha russa de sentimentos e sensações. Haverá gratidão e ingratidão. Amor e ódio. Paz e contenda. Orgulho e humildade. E isso nem sempre relacionados a terceiros, mas a si mesmo.

Já conheci vários, já fui pastoreado por uns 5, mas ate hoje é difícil tomar uma referencia, talvez porque, assim como implícito no texto, o cara, mesmo sendo pastor, é só um cara, falho como eu. Já pensei em ser como Fabrício Cunha, mas fui tomado pela frustração devido a sua vergonhosa queda. Hoje admiro nesse posto o Augustus Nicodemus, e apesar de não ser pastor, mas teólogo, o C. S. Lewis.

Não, não sou pastor, talvez um dia, talvez teólogo, talvez nenhum dos dois. Minha avó dizia que eu seria engenheiro, doutor e pastor, mas nosso destino a gente é quem faz - estou terminando engenharia e todo dia sou chamado de doutor no meu trabalho, será que a velha era profetisa?rs. Sendo um dia ou não, deixo aqui minha admiração a aqueles, que mesmo nas menores congregações honram seu chamado.

10 de agosto de 2014


Hoje é dia das redes sociais estarem cheias de homenagens aos pais, apesar de que a maioria deles nem participam de uma rede. Logo, é bem verdade que a maioria das homenagens aqui nem serão lidas por seus respectivos homenageados, mas servirão de inspiração para tantos outros filhos, como tantos outros pais.
Depois que se passa uns 5 anos longe de seu pai, de sua família, você percebe que todo dia é um dia especial quando se está com ele. Todo dia é um dia para aprender mais, de compartilhar mais, de cuidar mais do seu ‘velho’. O tempo passa e você vai percebendo o quanto seu pai pode te dar e tão pouco que você já aprendeu dele.
Meu pai é um cara muito simples, que sempre fez o melhor com o muito ou o pouco que tem/tinha. Uma pessoa muito honesta, nunca ficou com algo que não fosse seu. Até hoje eu me lembro de quando um juiz começou a marcar as faltas de modo errado, mas favoráveis ao seu time e ele criticou isso, parece algo pequeno, mas aos meus 13/14 anos nunca vi uma demonstração de caráter assim vinda de outra pessoa. Foram essas pequenas atitudes de caráter que me influenciaram a ser o homem que sou.
Meu pai nunca passou mais de 2 minutos me passando sermão, nunca impôs que eu fosse ou pensasse como ele, mas ele passou a vida inteira me ensinando com seus atos a como ser homem, ser filho, ser irmão, enfim, a ser alguém.

Meu pai foi sempre mais que um pai, foi exemplo, foi herói, foi amigo. Eu sei que todos temos que crescer, mas eu não quero ser maior do que o lugar que fica entre o peito e o braço do meu pai, um lugar chamado abraço... #FelizDiaDosPais

6 de junho de 2014

Escrever, Pensar e Publicar

Gosto muito de ler. E isso por muitas vezes me impulsiona a escrever. Só que para escrever, escrever bem, é preciso pensar, e ultimamente pensar tem me proporcionado mais questões do que respostas. Pensar no que o mundo está se tornando, e como isso me transforma também. Seguir o que todos fazem não me parece tão inteligente, afinal, como toda mãe um dia já disse “você não é todo mundo”. Queria que minhas incertezas se limitassem a apenas isso, mas isso só faz gerar mais incertezas sobre quase tudo.
Com meus recém 22 anos completados penso nos dias em que terei então chegado a uma plenitude da mente. Parece ser um dom proporcionado pela experiência e pela idade. Ser um ancião que enfim descobriu os segredos da vida, mas que tem pouco tempo e energia para desfruta-los. Um ser que já não é incomodado pelas incertezas da vida, mas que vive tranquilamente o fim de seus dias. Parece até que estou condenando as pessoas da terceira idade a uma morte eminente, mas por mais que essa seja a trajetória que a vida tende a seguir, creio que eles mesmo tem essa noção e por isso já não se incomodam com coisas insignificantes que só fazem pesar e não acrescentam nada aos nossos dias.
Namorar com sua paixão da juventude. Ter alguém pra chamar de seu até o fim de seus dias. Trabalhar em algo que te satisfaz. Fazer algo que é maior do que você. Fazer algo de coração para um ilustre desconhecido. Deixar um legado e esperar que depois de anos de sua morte alguém numa mesa qualquer tire 10 minutos para falar de quem você foi e da importância que tu teve. São apenas metas que consciente ou inconscientemente temos para nossa vida. Nem todas se realizam, mas cada realização dessas nos torna mais nobres, pelo menos a nossos próprios olhos.

Ao fim desse texto me vem à mente apagar tudo e não publica-lo. Não por não o achar bom suficiente, mas por imaginar que quase ninguém vai parar para ler. Mas esses “quase” são os pequenos pontos que nos tornam maiores e diferente de todo o resto. Escrever, pensar, as vezes dói, mas no fim a reflexão traz um pouco de paz...

6 de abril de 2014

Eu não consigo viver sem você,
O teu sorriso é que me faz viver
Um dia mais feliz do que outro,
Sem você eu fico louco.

Eu conto histórias pra você dormir,
Qualquer piada só pra você rir, e não há nada que me faça tão feliz do que te ter sempre aqui.



Diz pra mim o que é que a gente faz?
Se sua ausência me leva toda paz.
Diz pra mim o que é que vou fazer?
Sem você, sem você, sem você...



Não é mais uma história de amor
O que temos, baby, é único.
Você pode até duvidar mas contigo pra sempre quero estar

Guarde seu coração, pequena,
Pois a noite vem serena.
Guarde minhas palavras em teu peito

Que no frio eu te aquecerei com meu amor...